As contas vinculadas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço
(FGTS) com saldo na faixa de até um salário mínimo (R$
998) correspondem a 84% do número de contas,
mas detêm somente 5,84% do saldo, enquanto as contas com saldo na faixa
superior a 100 salários mínimos (R$ 99.800) correspondem a 0,13% da quantidade
de contas e 14,73% do total dos valores depositados.
Nesta quarta-feira, o governo
federal deve anunciar as regras de saque de parte dos saldos das contas ativas
e inativas. Ainda em 2019, o limite liberado deve ser de até R$ 500, a partir
de agosto. De 2020 em diante, a expectativa é que sejam liberados de 10% a 35%,
a depender de quanto tem cada trabahador, sempre no mês de aniversário do
cotista.
Em 2017, o saldo médio apresentado foi de R$ 1.465,84.
Os dados são do último relatório de gestão do fundo, de 2017, utilizado pelo
governo para o estudo das regras de liberação de saque que serão anunciados
nesta quarta-feira, dia 24.
De acordo com o documento,
93,9% das contas têm saldo de até seis salários mínimos (R$ 5.988) e
representam, somente, 22,1% do saldo total. As contas ativas tinham um
total de R$ 358 bilhões, e as inativas, R$ 20 bilhões. O FGTS tinha 99,7
milhões de contas ativas e 154 milhões de inativas. LEIA MAIS

