*Com informações do Jornal A Região
Enquanto a vizinha Ilhéus vem
abrindo novas vagas durante todo o ano. O relatório do Ministério do Trabalho
referente a junho mostra pouca movimentação em Itabuna, com apenas 563
admissões e 597 demissões, o que gerou mais um resultado negativo, com a perda
de 34 vagas.
No ano, a cidade continua
acumulando perdas, chegando a -287. A boa notícia é que a boa gestão federal e
as medidas tomadas pelo presidente Jair Bolsonaro já afetam positivamente os
empregos, com efeitos na Bahia e no sul do estado.
No primeiro semestre de 2018,
Itabuna tinha fechado 701 postos de trabalho. Neste ano o prejuízo foi menor,
-287. Ilhéus tinha perdido 338 empregos e neste ano criou 465 vagas. A Bahia,
que tinha gerado 15.810 vagas, neste ano subiu para 24.481.
Comércio reagindo
A boa notícia para Itabuna é
que seu comércio, apesar de abandonado pela Prefeitura, reagiu e conseguiu
abrir 16 vagas em junho. A agropecuária criou 8 e os serviços públicos outras
2. A indústria foi o pior setor, fechando 55 postos de trabalho.
Outro setor negativo foi o da
construção, que perdeu 5 empregos. A extração mineral, os serviços e a
administração pública não tiveram movimentação alguma. Se o comércio de Itabuna
reagiu, o de Ilhéus fechou 26 vagas, mas foi o único setor negativo, ao lado de
extração mineral (-2).
O resto da economia ilheense
foi bem, com destaque para os serviços, criando 96 empregos. a indústria gerou
7, a agropecuária outros 5. Serviços públicos, construção e administração
pública não tiveram movimentação e terminaram zerados.
Na BA, construção
Se em Itabuna e Ilhéus o setor
foi ruim, na Bahia a construção teve o melhor desempenho, criando 1.563
empregos em junho, seguida de serviços (934), comércio (470), indústria (194),
extração mineral (67), serviços públicos (25) e administração pública (9). Já a
agropecuária fechou 934.
O salto em junho foi de 2.362
empregos e a liderança entre as cidades foi de Juazeiro (345), seguida de Luis
Eduardo Magalhães (308), Barra do Choça (290), Feira de Santana (272), Mata de
São João (207), Camaçari (203), Barreiras (164), Guanambi (133), Salvador (113)
e Bom Jesus da Lapa (94).
Já as cidadces que mais
perderam empregos foram Itamaraju (-754), Teixeira de Freitas (-188), Riachão
do Jacuípe (-187), Lauro de Freitas (-185), Vitoria da Conquista (-140),
Eunápolis (-132), Ipirá (-125), Nova Viçosa (-90), Entre Rios (-83) e Porto
Seguro (-82).

