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'GUERRA' DAS MAQUININHAS: FACILIDADE NO USO DE CARTÃO E CONCORRÊNCIA IMPULSIONAM MERCADO



O aumento da competitividade das maquininhas de cartão no Brasil e a facilidade proporcionada pelo uso do dinheiro de plástico serviram como mola propulsora desse mercado, que movimentou R$ 941 bilhões no Sudeste em 2018. Com previsão de os meios eletrônicos de pagamento crescerem 40% na participação do consumo das famílias em 2019, frente a uma alta de 38,3% em 2018, as empresas que desenvolvem os equipamentos oferecem taxas melhores e prazos menores para que o cliente receba o dinheiro na conta, abrindo uma porta para que pequenos comércios, prestadores de serviços e até autônomos ampliem a modalidade de pagamento, aumentando a base de clientes.

Embora mais de 200 fintechs facilitadoras de pagamento atuem no mercado atualmente, a concorrência ficou mais acirrada em 2019, quando os grandes bancos começaram a reduzir as taxas de juros para pagamento no débito e no crédito. Em abril, por exemplo, a Getnet, empresa de tecnologia do grupo Santander, anunciou a uniformização das taxas das operações de débito e crédito à vista em 2%. 

Além dos juros mais baixos, a empresa antecipou o prazo para depósito do dinheiro na conta do cliente. Agora, em dois dias úteis já é possível receber a quantia. Clientes da maquininha Rede, do banco Itaú, também têm a opção de ter o dinheiro em conta em dois dias. As demais não responderam à reportagem. LEIA MAIS