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| Foto: Alan Santos/PR |
No Japão, onde participam da reunião do G20, os
presidentes Jair Bolsonaro e Donald Trump, dos Estados Unidos, tiveram, hoje
(28), uma reunião bilateral onde trataram de temas como a relação comercial
entre os dois países, a entrada do Brasil na Organização para a Cooperação e
Desenvolvimento Econômico (OCDE) e a situação da Venezuela.
“A OCDE foi tema nesse
encontro, e falou-se também da Venezuela, dos aspectos que podem ser elevados
por ambos os países para uma solução democrática e duradoura na Venezuela.
Falou-se das possibilidades de apoio e interlocução entre os países sob o ponto
de vista comercial e sob outros pontos de vista”, disse o porta-voz da Presidência
da República, Otávio Rêgo Barros.
No final de maio, os Estados
Unidos decidiram apoiar formalmente a entrada do Brasil na OCDE. O anúncio
oficial do apoio foi dado durante a reunião do órgão, em Paris. Na ocasião, o
presidente Bolsonaro postou no Twitter mensagem afirmando que o suporte
norte-americano é “fruto da confiança no novo Brasil”.
Macron
Bolsonaro também se reuniu com
o presidente da França, Emmanuel Macron. Os dois conversaram durante cerca de
30 minutos sobre temas como o acordo entre o Mercosul e a União Europeia, o
Acordo de Paris, meio ambiente e temas referentes à fronteira entre o Brasil e
a Guiana Francesa.
O presidente Bolsonaro
convidou Macron para visitar o Brasil, em especial a Região Amazônica. “A fim
de que essa visita possa colaborar para uma narrativa verdadeira a respeito do
esforço que o presidente Bolsonaro vem realizando junto com o governo para que
o meio ambiente seja preservado no nosso país, como sempre foi, mas também
termos a possibilidade de agregarmos a esse processo de preservação o
desenvolvimento socioeconômico”, disse Otávio Rêgo Barros.
OCDE
O presidente Jair Bolsonaro
ainda esteve com o secretário-geral da OCDE, José Angel Gurría Treviño, e,
segundo o porta-voz, há uma expectativa “extremamente positiva” em relação a
entrada do Brasil na instituição.
“Existe uma seleção de países
e há uma cronologia dessa seleção, mas o Brasil está muito bem posicionado,
porque atende a maioria dos pré-requisitos que são apresentados por aquela
organização”, explicou.
O ingresso de um país ao grupo
de nações que compõem a OCDE traz benefícios em vários setores, especialmente na
atração de investimentos.
Na agenda de Bolsonaro no
Japão ainda teve um encontro com o presidente do Banco Mundial, David Malpass,
e uma reunião informal do Brics, grupo de países que reúne Brasil, Índia,
China, Rússia e África do Sul. (Por Yara
Aquino – Repórter da Agência Brasil)

