Os comerciantes de Itabuna que atuam no centro temem a
repetição da violência praticada pelos sindicatos na "greve geral"
anunciada para esta sexta-feira. Na anterior, em abril, houve ameaças e
agressões a lojistas. A Prefeitura fez uma reunião para tratar do assunto e diz que vai colocar
a Guarda Municipal para ajudar a PM, mas em abril a mesma promessa não foi
cumprida. A GCM simplesmente não apareceu nas ruas.
O comandante do 15° Batalhão de Polícia Militar, tenente coronel Daniel
Riccio, salientou que a Polícia Militar estará monitorando, em caráter
preventivo, eventuais ações de vandalismo. Mas em abril a PM foi criticada por se omitir em relação à violência dos
sindicalistas, que fecharam várias lojas "na marra", bloqueando a
entrada e ameaçando os lojistas, inclusive fisicamente. A chamada "greve geral" não teve quase nenhuma adesão em
Itabuna, mas os grupos de sindicalistas violentos obrigou os ônibus a ficar na
garagem e as lojas a fechar as portas.

