Uma visita in loco aos
diversos setores do Centro Comercial de Itabuna foi o primeiro passo dado pelas
secretarias municipais da Administração, da Indústria e Comércio, do
Desenvolvimento Urbano (Sedur), da Assistência Social e da Agricultura e Meio
Ambiente para o planejamento de um projeto de intervenção e execução de ações
emergenciais na principal central de abastecimento da cidade. Inaugurado na
década de 70, o Centro Comercial de Itabuna nunca passou por um processo de
modernização e melhoria efetiva das condições de funcionamento e, hoje, reflete
mais de três décadas de abandono e descaso, com problemas estruturais que vão
desde a precariedade na manutenção e conservação dos boxes, à falta de
higienização e padronização das barracas que funcionam no local.
Segundo o secretário da
Agricultura e Meio Ambiente, Lanns Almeida Filho, que esteve no local
juntamente com a secretária da Administração, Mariana Duarte Alcântara, do
diretor de Indústria e Comércio, Rosivaldo Pinheiro e do diretor da Sedur,
Emanoel Alves Júnior, a ideia de levar membros da equipe do governo para
verificar as reais condições do Centro Comercial parte de uma percepção de que
é necessário o envolvimento efetivo dos mais diversos setores da administração
municipal para que a intervenção planejada para o local possa não ser apenas
uma ação pontual, "mas que seja algo que possa perenizar a presença e a
ação governamental neste espaço público", frisou.
fonte: Prefeitura de Itabuna
Uma visita in loco aos diversos setores do Centro Comercial de Itabuna foi o primeiro passo dado pelas secretarias municipais da Administração, da Indústria e Comércio, do Desenvolvimento Urbano (Sedur), da Assistência Social e da Agricultura e Meio Ambiente para o planejamento de um projeto de intervenção e execução de ações emergenciais na principal central de abastecimento da cidade. Inaugurado na década de 70, o Centro Comercial de Itabuna nunca passou por um processo de modernização e melhoria efetiva das condições de funcionamento e, hoje, reflete mais de três décadas de abandono e descaso, com problemas estruturais que vão desde a precariedade na manutenção e conservação dos boxes, à falta de higienização e padronização das barracas que funcionam no local.

