O presidente da fundação mantenedora do Hospital de Base de
Itabuna, Paulo Bicalho, está de pés e mãos atados. As ingerências políticas têm
levado a administração a praticamente manter o quadro funcional encontrado no
início da gestão: antes o hospital trabalhava com 800 funcionários – muitos não
pisavam os pés lá nem para receber o dinheiro, pois este caía direto na conta.
Hoje, são 750. Diante do quadro, pergunta-se: esperam que o novo dirigente
faça mágica e coloque o HBLEM para funcionar com esse excedente de
funcionários, muitos sem o que fazer tal o excesso de pessoal?
fonte: Pimenta na Muqueca

